CiaTécnica participa de Missão Internacional de Transformação Digital nos EUA

Promovida pela Amcham Brasil, a missão discutiu como as empresas estão promovendo a transformação digital em seus negócios e como elas devem conduzir em suas estruturas internas os processos de inovação para se manterem competitivas no mercado

Cinco dias de imersão em estudos sobre transformação digital e visitas a empresas norte-americanas. Foi com esse propósito que o CEO da CiaTécnica, João Gubolin, embarcou na edição de 2018 da Internacional Mission Digital Transformation promovida pela Amcham Brasil, nos dias 26 e 30 de novembro, nos Estados Unidos.

A missão teve como objetivo obter conhecimento e proporcionar experiências de benchmarking, além de estimular networking e parcerias entre os empresários e executivos participantes que são tomadores de decisão nas empresas em que atuam, e que estão preocupados em promover mudanças nos negócios, por meio de processos de inovação, para a era digital.

A programação da missão, além de diversas visitas técnicas a várias empresas, foi composta por um  curso em Nova Iorque com o tema “Os 5 Domínios da Transformação Digital” ministrado pelo Profº David Rogers, diretor da Faculdade de Estratégia de Negócios Digitais e Marketing Digital – Educação Executiva da Universidade de Columbia, NY, EUA, referência mundial em estratégia digital e autor do best-seller “Transformação Digital: repensando o seu negócio para a Era Digital”.

Durante o encontro, o Prof. Rogers falou sobre os motivos pelos quais as empresas precisam repensar seu posicionamento, levando em conta: a rede de clientes, a concorrência, Big Data, inovação e proposta de valor, e em como esses tópicos devem ser trabalhados para uma assertiva transformação digital.

Já o terceiro dia da missão foi marcado por reuniões com executivos de inovação da Intel, HSBC, Samsung e do New York Times, esse considerado um dos mais antigos e premiados jornais impressos do mundo e com circulação até os dias de hoje, que teve como pauta do tour o case “Digital Transition & Customer Experience”.

Em continuidade à programação, já na cidade de Boston, no MIT – Massachusetts Institute of Technology, a escola de tecnologia mais conceituada e respeitada do mundo, o grupo assistiu palestras sobre “Innovation and Economic Engines: How MIT does” e “Data-driven Transformation and Data Monetization”. Também em Boston, na sede da Schneider Eletric foi ministrada palestra sob o tema “Powering the Digital Economy” com Carlos Javaroni, VP de IoT Strategy & Business Design da empresa, finalizando com uma vista técnica às instalações da empresa e à programação da missão.

“Os conhecimentos obtidos nesta missão são importantíssimos para empresários e executivos, que estão constantemente preocupados em estar sempre à frente, na idealização e implantação de projetos e iniciativas para transformar seus negócios, levando inovação para processos internos e novos produtos e serviços a seus clientes. E, estar conectado com o que há de mais atual, podendo conhecer de perto experiências de sucesso em empresas que já atuam à frente do seu tempo é um passo importante e indica que estamos no caminho certo e preparados para promover e apoiar as empresas na transformação digital e inovação, por meio de métodos e plataformas que vão impactar positivamente os negócios e a vida em nossa sociedade”, pontuou João Gubolin.

A sua empresa está preparada para tirar o melhor proveito possível da Black Friday?

Plataforma Omnichannel unifica informações e preferências do consumidor, estabelecendo canais de contato e oferta de produtos e serviços que geram melhor aproveitamento das oportunidades geradas pela data

Já foi dada a largada para a 9ª edição da Black Friday e, com isso, no próximo dia 23 de novembro, consumidores de todo o País vão às compras para garantir aquele tão sonhado produto e por um preço mais em conta. Já do outro lado do balcão – ou da tela – levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que 11% das empresas pretende aderir essa ação estratégica de vendas em 2018.

De olho neste cenário, e para que a corrida por melhores preços seja vantajosa para o cliente, já que a margem de desconto pode girar em torno de 29% neste ano segundo as duas instituições, e rentável para as empresas, é necessário se antecipar, investir em um estoque capaz de atender à demanda, além de identificar as melhores estratégias, estrutura, canais de vendas online e off-line, traçar o perfil e possuir um bom relacionamento com o consumidor multiplataforma, ou 4.0, – consumidor esse que tem mudado a forma de como o varejo deve se comportar e se posicionar.

No entanto, enumerar esses indicativos é muito fácil do que colocá-los em prática efetivamente. Uma boa parcela das empresas que estão em transição/ampliação – do físico para o online, em função da transformação digital – estão experimentando diversas dificuldades, pois, em muitos casos, ambos segmentos (de uma mesma loja) –  ambiente físico e o e-commerce – ainda atuam em formatos separados e com equipes distintas, metas e visões diferentes.

Empresas de diferentes portes aderem, cada vez mais, à implantação de Plataformas Omnichannel para se adequarem à nova realidade do mercado. A proposta é gerar convergência dos negócios e o uso estratégico das informações e dos canais de comunicação e de relacionamento com o consumidor para antecipar seus desejos, oferecendo um atendimento diferenciado e ofertas personalizadas.

Por meio da plataforma OMNI, é possível integrar, centralizar, definir padrões e analisar, mediante uma visão 360º, o perfil do consumidor, bem como identificar o melhor momento de compra, o tipo de comunicação mais eficiente e mídias ideais para cada grupo de clientes, otimizando os resultados das campanhas de marketing, transformando-as em fechamento de vendas.

Outro ponto importante ao fazer uso dessa ferramenta, transpondo-o em oportunidades, consiste em acompanhar todo o processo de entrega do produto para proporcionar uma boa experiência ao cliente, garantindo uma excelente avaliação, fidelização e recomendação. Para isso, é fundamental criar um relacionamento assertivo com o seu público-alvo, em que o processo transcorra de forma fluída.

Se a sua empresa não promover uma boa experiência e um bom relacionamento com o seu consumidor, tanto a sua atuação na Black Friday ou em todas as outras ações em datas comerciais do ano, podem ocasionar em um efeito oposto ao desejado e a sua chance de provocar uma recompra diminui, comprometendo a imagem da empresa.

Sendo assim, é fundamental questionar se você está preparado para atender pelos mais variados canais, se a sua comunicação está alinhada, se a sua política de venda/troca/devolução é clara. Pois o cliente enxerga e deseja um diálogo único com as empresas, e o que difere uma boa (empresa) de uma ruim muitas vezes é a forma como ela lida com eventuais problemas. Afinal, o mercado nunca para. Não vai ser o seu negócio que vai parar, não é mesmo?

João Gubolin

CEO CiaTécnica

O papel das consultorias na transformação digital das empresas

Para fazerem parte da nova economia, as empresas precisam adequar suas estruturas tecnológicas, evoluir com a sua cultura organizacional e transformar o negócio. Para isso, muitas vezes o apoio de uma consultoria especializada e multidisciplinar torna-se indispensável.

Transformar para crescer e evoluir. É com esse propósito que, no atual contexto, as empresas têm buscado parceiros como consultorias de transformação digital para ampliar os seus negócios, além de torná-los mais competitivos em um mercado cada vez mais digital e exigente. A visão do lado de fora permite que essas consultorias saibam exatamente como trafegar por diferentes nichos, mantendo sua atuação relevante no mercado como um todo.

Essa boa trafegabilidade também está diretamente relacionada à transformação digital, que chegou para redesenhar a agenda e o perfil dos executivos e das empresas, além do comportamento do consumidor, que passa a ser denominado como “consumidor 4.0”, frente às novas tecnologias. Essa nova realidade abriu um espaço para o surgimento de um novo mercado capaz de movimentar US$ 100 bi de acordo com o ex-diretor global da International Data Group, Michael Versace, atual PricewaterhouseCoopers.

Desta forma, se faz nítido e necessário o investimento em serviços digitais, com a contratação de uma consultoria especializada, possibilitando uma mudança significativa nos negócios, que vai desde a construção de estratégias até o desenvolvimento e integração de softwares, plataformas e startups, e que são grandes oportunidades de crescimento para o prestador de serviços e ao contratante, assegurando assim uma atuação e performance, de ambos os lados, mais objetiva e otimizada, assertiva e competitiva em um mercado cheio de opções.

Outro fator que coloca as consultorias especializadas como melhor opção está na agilidade no atendimento para serviços mais pontuais, não demandando de uma estrutura física dentro das empresas, mas mantendo a mesma qualidade e a segurança, tópicos diretamente relacionados à abertura das APIs.

João Gubolin

CEO da CiaTécnica

Consumidor 4.0: Desafios do Varejo

A mudança de comportamento dos clientes exige das empresas integração dos seus processos internos e investimento em plataformas omnichannel.

A transformação digital está integrando empresas, consumidores, processos corporativos e modelos organizacionais. Torna os negócios mais rápidos, mais assertivos e, na maioria das vezes, mais rentáveis.

A grande questão é que não existe um tempo específico para que as adaptações aconteçam. As disrupturas ocorrem gradativamente e não podem parar. E as inovações vão sendo incorporadas e tornam-se essenciais. Um bom exemplo, é a quantidade de aplicativos disponíveis para as mais diversas finalidades. Instalamos APPs quase que intuitivamente, e de uma hora para outra,  entendemos que não podemos mais ficar sem eles e, em contrapartida, sem os smartphones, que já se tornaram pequenos computadores de bolso.

Só para que se tenha uma ideia, a Apple e a Google representam mais de 5 milhões de aplicativos em todo o mundo. E, todos os meses, essa lista é atualizada. É como se o F5 do teclado do computador fosse acionado o tempo todo, sem intervalo.

As tecnologias chegaram e avanço cada vez mais rapidamente e as empresas devem se integrar a esses processos, levando em consideração, que na era da transformação digital, com inteligência artificial, IOT e outras ferramentas cada vez mais acessíveis, é o cliente quem dita as regras. E ele quer sempre mais!

O varejo precisa atender às expectativas do seu público-alvo e uma das formas mais acessíveis para alcançar a inovação necessária são as APIs. O consumidor quer ter boas experiências de compra, quer transitar pelos canais físicos e digitais sem barreiras. Segundo o estudo “Ecossistema Omnichannel: a visão de consumidores e empresas no Brasil”, realizado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global, 79% dos consumidores acreditam que o código de referência de um produto deve ser o mesmo na loja física ou virtual, ou seja, a padronização é imprescindível. 68% dos entrevistados reconhecem o acesso às informações de rastreabilidade dos produtos tanto no mundo físico quanto no virtual.

Não é por acaso que as grandes companhias estão focadas no departamento de Customer Success. A reunião de talentos agrega qualidade e sucesso às imersões tecnológicas do cliente. Atendimento, marketing e vendas trabalham em nome da satisfação e fidelização da geração que migrou do mundo analógico para o digital por intermédio das plataformas omnichannels. É como dormir no Brasil e acordar no Japão. A metáfora ilustra bem a questão do quanto é desafiador mudar um ritmo de vida e uma realidade desconhecida.

Em meio a essa realidade, os consumidores fiéis se tornaram os próprios advogados da marca, e este é um ponto muito positivo. Se anteriormente a propaganda boca a boca já fazia diferença para consolidar uma marca e sua reputação como negativa ou positiva, imagina agora com a disseminação de informações via redes sociais real time.

A disputa por um lugar de destaque neste mundo globalizado só será vencida pelas empresas que realizarem ações que envolvam a Internet das Coisas e a fusão do virtual e do físico de forma pioneira, sem amarras e pré-conceitos.

João Gubolin

CEO da CiaTécnica

Outsourcing em Desenvolvimento de Sistemas para aumentar os resultados

Inovação, economia e assertividade nos negócios são alguns dos benefícios gerados pela alocação de recursos em TI

A tecnologia está inserida no dia a dia de empresas de todos os segmentos. Nenhum negócio sobrevive sem ela. E, nesse contexto, as organizações acabam enfrentando um dilema: como ter uma equipe de TI especializada, com alta capacidade de se adequar às necessidades do negócio e ainda ter que se adaptar aos orçamentos cada vez mais restritos?

Especialmente para o nicho de mercado que não é direcionado para a área de tecnologia da informação, é desafiador para as equipes de Recrutamento e Seleção contratar profissionais que atendam às necessidades do negócio. Uma contratação errada pode se tornar um transtorno, com desperdício de tempo, custo desnecessário com treinamento, dispensa de funcionários e também encargos trabalhistas e tributários.

A velha fórmula de equipe interna e trabalho formal vem se transformando ao longo dos anos. As instituições que se destacam e estão antenadas com as tendências mundiais, procuram estratégias para a redução dos custos e otimização dos serviços prestados.

Neste contexto, o outsourcing com a alocação de recursos de TI – ou bodyshop, como também é conhecida a prática – surge como uma possibilidade para alcançar resultados, sempre com foco em maior produtividade, facilidade na gestão e garantia de qualidade. E esta opção tem ainda maior aderência para projetos pontuais, em caráter temporário.

Consultorias prestadoras de serviço se especializam cada vez mais para atender projetos específicos e direcionados, principalmente referente às demandas urgentes, por meio do regime celetista – sempre com banco de talentos escolhido a dedo para ocupar determinada função. Essa transformação agrega valor ao negócio e gera máxima performance, rentabilidade e segurança.

A expertise das contratadas aumenta também o conhecimento dos colaboradores internos da área de TI, que passam a ter a oportunidade de troca de experiência com profissionais de habilidades e especialidades complementares às suas, aumentando o nível de capacitação e performance do time como um todo.

Assim, o departamento de TI só tende a evoluir, sem ficar na ociosidade do que uma demanda esporádica poderia causar, garantindo uma gestão orçamentária bem-sucedida e mantendo o seu papel cada vez mais estratégico nas empresas – tanto pelo nível de qualidade e pontualidade das entregas, como pela capacidade de inovação.

Em resumo, o outsourcing em TI, assim como em outras áreas da empresa, também é sinônimo de economia, assertividade em contratações e direcionamento de funções. A Transformação Digital já é uma realidade que traz um mix de benefícios para as empresas e os funcionários. Os processos internos pouco a pouco se reinventam, sem perder a essência, versatilidade e a qualidade. Ponto mais uma vez para a tecnologia, que abre um universo de possibilidades.

João Gubolin

CEO da CiaTécnica

Explore o potencial das APIs no varejo

A API Economy e a transformação dos negócios é o tema da entrevista que o CEO da CiaTécnica, João Gubolin, concedeu à equipe da Harvard Business Review durante o evento Retailed IT Sab 2018, promovido pela EBDI.

No varejo, as empresas que conseguem explorar todo o potencial das APIs potencializam suas oportunidades de negócios, alcançando as melhores práticas varejistas, mudanças de processos operacionais, melhoria no atendimento ao cliente, aprimoramento da experiência de compra, incremento da comunicação e do planejamento de ações comerciais. Garantem, rapidamente, mais praticidade e automatização às relações comerciais com fornecedores, clientes e parceiros.

O negócio que utilizar APIs e se conecta aos milhares de serviços digitais disponíveis no mercado, torna-se mais competitivo em um mercado que está cada vez mais globalizado e em constante mudanças.

O desafio, segundo João Gubolin, é aproveitar a força da marca e potencializar as vendas com a incorporação da inovação de maneira estratégica e efetiva nos negócios. Quem souber tirar melhor proveito do avanço tecnológico, tem mais chances de ser bem-sucedido nos negócios e aumentar exponencialmente seus resultados.

O Retailed IT Sab 2018 reuniu, no mês de maio, 50 CIOs das maiores empresas varejistas do País na discussão de temas relacionados à inovação e transformação dos negócios.

Transformação digital, empreendedorismo e mercado de trabalho

Transformação Digital: o que o futuro reserva para a nova geração de empreendedores e profissionais

A tecnologia está impactando todos os setores da economia. Especialização, criatividade, empatia e vontade de mudar são as características dos profissionais e empreendedores de sucesso.

O que dizer das transformações tecnológicas e disruptivas pelas quais o mundo está passando? Há muitos séculos, curiosos, cientistas e especialistas tentam desvendar o que o futuro próximo nos reserva.

Os Jetsons, desenho futurista da década de 60, ambientado no ano de 2062, já propagava as “ideias extraordinárias” de mudanças. Ainda estamos um pouco longe de 2062, no entanto, já alcançamos avanços que vão além do que a Hanna Barbera, autora do desenho, imaginou.

A videochamada que acontecia entre os personagens, por exemplo, está muito desatualizada perante a nossa internet das coisas, Skype, Google Voice e Facetime.

Por outro lado, os veículos voadores presentes no espaço do desenho, no nosso mundo, não passam de protótipos. Apesar disso, em diversas entrevistas para mídias internacionais, o designer de transportes Paul Priestiman, afirma que a nova era de máquinas voadoras bate à nossa porta.

Rosie, a empregada-robô, ainda não foi fabricada em grande escala, e não está à venda nas lojas em 2018, porém, setores de robótica não param de pesquisar robôs humanoides. Os sul-coreanos já inventaram uma empregada-máquina capaz de limpar a casa e colocar roupas na máquina de lavar. O atendimento robotizado em centrais de relacionamento já se expande por diversos setores.

Essas criações robóticas estão repercutindo em diversas áreas de trabalho, com impacto extremamente relevante. A revolução digital está impactando substancialmente negócios e pessoas. A massificação da inteligência artificial acontecerá em pouco tempo. Realidade Virtual aumentada e Big Data já começam a ser termos do universo diário dos negócios.

Neste contexto, muitas profissões surgirão e outras serão extintas. Fato parecido aconteceu com a chegada da Revolução Industrial. E, de acordo com o último Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça, 5 milhões de empregos serão substituídos pela IA. Eis aí a questão. As pessoas precisam se reinventar. As profissões tradicionais devem sofrer mudanças drásticas em alguns anos. Os cargos operacionais que sobrevivem das repetições serão os primeiros a ficarem no campo dos obsoletos.

O momento agora é de dinamismo nas relações trabalhistas, pois a tecnologia está impactando todos os setores da economia. É preciso manter o olhar no futuro com o pé no presente. Especialização, criatividade, empatia e vontade de mudar. Essas são as características dos profissionais e empreendedores de sucesso.

João Gubolin
CEO da CiaTécnica

Omnichannel: As fronteiras entre o Varejo e Consumidor

Conectividade e estratégia aplicadas entre os múltiplos canais comerciais e de atendimento proporcionam rapidez nas operações e fidelização dos clientes.

As mudanças tecnológicas vêm promovendo a transformação dos negócios no varejo. O conceito omnichannel se consolidou neste contexto como importante ferramenta de evolução digital e de diferencial competitivo, com a integração de sistemas tanto para a área de Vendas, como de Comunicação e Marketing, envolvendo toda a Jornada de Compra do Cliente.

Todos os canais de uma empresa conectados – lojas físicas, virtuais, site, redes sociais, aplicativos e central de vendas – em uma mesma estrutura, para atender às necessidades dos clientes, superando suas expectativas.

Atualmente as melhores estratégias de vendas englobam múltiplos canais, que estão conectados e podem ser acessados simultaneamente, gerando uma experiência muito mais customizada para o cliente.

O desafio das empresas é justamente evoluir junto com o consumidor (ou, por que não, estar um passo à frente), que deseja informação, personalização e praticidade nas compras. É o que chamamos de Consumidor 4.0, que, extremamente conectado, está cada vez mais seletivo e alerta em relação aos preços, à qualidade dos produtos e ao que a concorrência oferece.

Algumas empresas ainda resistem em optar pela operação omnichannel por receio da complexidade de processos, de uma eventual necessidade de reestruturação operacional e por falta de conhecimento sobre o potencial de Inteligência de Mercado por trás desta nova estrutura, que identifica e entende o perfil do usuário e a sua motivação para as compras, oferecendo os produtos e serviços mais adequados e ações de comunicação cada vez mais customizadas. Trata-se da fórmula ideal para fazer bons negócios e se diferenciar da concorrência. Portanto, o varejo não pode ficar de fora, independente do porte ou do segmento de atuação, já que todo o mercado está se transformando.

E a integração entre o mundo on e off line ainda apresenta uma série de outras formas de garantir a venda e a satisfação do cliente. Vender online e trocar pela loja física; acessar um aplicativo e verificar se na loja física tem um determinado produto; ou fazer um pedido na loja física e optar por receber o item em casa, no conforto do sofá.

Com a Plataforma Omnichannel, os clientes estão muito mais fiéis à sua marca, quando sentem-se atendidos de maneira personalizada e com canais integrados. Ao se sentirem acolhidos, bem atendidos e respeitados, não trocam a experiência por nenhuma outra. E, o melhor, recomendam a sua marca para a rede de contatos, atraindo novas oportunidades de negócio para a sua empresa.

A transformação digital é um caminho sem volta e as empresas precisam aderir. A evolução pode ser gradativa e deve sempre contar com profissionais especializados, que consigam implementar as soluções de melhor relação custo-benefício para o seu negócio.

CiaTécnica no maior evento de varejo da América Latina

Com estande e palestra, a consultoria estará presente no Latam Retail Show 2018 abordando cases de transformação de negócios para o varejo.

A CiaTécnica participará do Latam Retail Show 2018, que será realizado nos dias 28, 29 e 30 de agosto, no Expo Center Norte em São Paulo (SP). O foco principal da feira é fomentar o crescimento do varejo e networking. Durante os três dias do evento, a CiaTécnica apresentará seus produtos e serviços com foco em inovação e transformação de negócios no estande da consultoria.

O CEO da CiaTécnica, João Gubolin, será um dos palestrantes da “Arena Mercado & Consumo” com o tema “Consumidor 4.0: Inovações simples para transformar o varejo”. Na temática de transformação digital e o novo consumidor, Gubolin falará sobre API Economy, Transformação dos Negócios, Serviços Digitais, Plataforma Omnichannel e soluções para aumentar os resultados.

O evento mais importante de varejo, franquias, e-commerce, food service e de shopping centers da América Latina, reúne em um espaço de 14 mil metros quadrados, 72 horas de conteúdo qualificado com grandes players, formadores de opinião e palestrantes de renome, incluindo a robô Sophia, pela primeira vez no Brasil.

As empresas com visão inovadora e dispostas a participar dos processos de ruptura, serão as primeiras a aproveitar as oportunidades trazidas pela API Economy, segundo Gubolin. “O varejo tem inúmeras opções para se reinventar, melhorar a competitividade e aprimorar os resultados com a transformação digital. A conexão dos sistemas internos das empresas aos milhares de serviços digitais disponíveis no mercado, adotando soluções que aumentem a velocidade das vendas no PDV e que permitam às equipes Comercial e de Marketing serem mais assertivas nas suas ações, explorando ao máximo o potencial de cada cliente, são algumas das vantagens proporcionadas pela Nova Economia”.

Gestão por Produtos e Desenvolvimento Agile é tema do 1º Fórum CiaTécnica

Encontro realizado em Rio Preto, na sede da consultoria, teve a participação de 10 profissionais
 
Na última quarta-feira (4) foi dia de encontro da equipe CiaTécnica com a equipe de Tecnologia da Informação da Rodobens. Trata-se do 1º Fórum “Gestão por Produtos e Desenvolvimento Agile”, focado em aprimorar permanentemente a gestão e execução dos projetos.
 
A metodologia Agile ou Práticas Ágeis, como é mais conhecida, se destaca por trazer mais assertividade e rapidez para o desenvolvimento de sistemas, envolvendo e compartilhando o conhecimento do negócio com todos os envolvidos no projeto e outras áreas da empresa, tendo a participação da equipe do negócio no projeto como um todo, desde o pedido até a entrega.
 
Entre os participantes do evento estiveram o CEO da CiaTécnica, João Gubolin, os Heads de Negócios e Soluções, Genilson José Garnica e Bruno Nascimento, o Head de Operações, Ricardo Marques, a Gerente de Arquitetura e Projetos da Rodobens, Daniela Zanfolin e Carolina Silva e Eduardo Liebana, da equipe de Transformação Ágil da Rodobens entre outros membros das equipes das duas empresas.
 
A Rodobens, cliente da CiaTécnica em projetos de CRM e Transformação Digital, está adotando as Práticas Ágeis no escopo de atuação da área de Arquitetura e Projetos, e no CRM há alguns meses, já com bons resultados.
 
Daniela Zanfolin afirma que as Práticas Ágeis mudaram o conceito tradicional de fábrica de software. “Agora montamos equipes integradas que envolvem profissionais do negócio, de TI e desenvolvedores, com total alinhamento de objetivos e compartilhamento de responsabilidades. É um formato que evita desperdício de tempo, aumenta a qualidade do trabalho e gera entregas alinhadas com a necessidade do negócio”, explica Daniela.
 
O encontro permitiu que as equipes discutissem as vantagens e desafios da prática com base nos projetos em andamento na parceria Rodobens-CiaTécnica e nas tendências de mercado. “Adotar novas metodologias na condução de projetos é sempre desafiador, porém, traz oportunidades consistentes para aprimorarmos nosso desempenho e garantirmos as entregas com qualidade, prazo e com melhores resultados”, afirma João Gubolin.