Na China, Estados Unidos e em alguns países europeus o novo coronavírus (COVID-19) já impacta a vida das empresas e da população, é hora de o Brasil também se preparar.

Todos os negócios enfrentam diariamente inúmeros desafios, mas em certos tempos aparecem alguns maiores, como este que o mundo está enfrentando, o COVID-19, um tipo de Coronavirus, que agora bate a porta do Brasil. De que maneira orientar gestores e colaboradores, atender as orientações dos órgãos governamentais de saúde e pensar na continuidade dos negócios? Conforme notícias que acompanhamos até o momento, do ponto de vista econômico, estão sendo afetados setores que dependem das cadeias globais de suprimentos, que impactarão na distribuição de alguns produtos, mas principalmente os negócios ligados ao setor de turismo, como companhias aéreas, hotéis e restaurantes, estão sofrendo as maiores perdas. O setor de saúde, obviamente, sofrerá um crescimento brusco de demanda, devido ao aumento de pessoas infectadas com casos graves, que necessitarão cuidados.

De maneira geral, pelo observado na China, Itália e em outros países que o COVID-19 está chegando, as orientações de quarentena domiciliar, distanciamento social e isolamento de cidades, exige dos gestores buscarem alternativas operacionais para manter a continuidade dos negócios. Uma alternativa que pode ser utilizada para muitas funções operacionais e gerenciais a fim de diminuir o impacto, é o trabalho remoto. Infelizmente não pode ser aplicado para todas as atividades, os processos manuais, que ainda requerem utilização de papel, na sua grande maioria podem ser automatizados utilizando-se de tecnologias já disponíveis e com custos acessíveis.

Atualmente existem também inúmeras plataformas e aplicativos que possibilitam um trabalho remoto, seguro e com possibilidade de total controle de atividades. Algumas aplicações como: Zoom, Trello, Monday, Smartsheet, Slack, Jira, MS Team Foundation, etc., e mesmo ferramentas mais populares como: G Suite da Google e Microsoft Office 365, são plataformas onde podemos compartilhar documentos, fazer conferências, além de suas funções básicas.

Em muitas empresas, o uso destas ferramentas já é habitual, mas em muitas outras, as atividades ainda estão engessadas pelo tempo, com grande utilização de papel e processos manuais. Neste momento, é preciso agir rápido, pois o trabalho remoto requer algumas adaptações para permitir aos colaboradores continuarem com suas atividades normais buscando o mínimo impacto na produtividade. Faz-se necessário observar alguns aspectos como: adaptação do colaborador, segurança dos dados, infra-estrutura tecnológica, controle de atividades, normas legais, etc. Muitas empresas já têm pleno conhecimento para rapidamente implantar o trabalho remoto por exemplo, mas as outras, é extremamente aconselhável que busquem apoio externo.

É muito importante evitar exageros que podem gerar pânico, este muito pior que a doença em si. Mas, sem dúvida é hora de planejamento e preparação, atividades que devem fazer parte da cartilha para nós gestores.

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